QGIS

Testando algumas das minhas novidades favoritas do QGIS 3.20 Odense

Hoje foi lançado o QGIS 3.20 “Odense”! Na postagem de hoje, testarei alguns dos meus recursos favoritos da nova versão. Para ver todos os novos recursos e os bugs corrigidos, verifique o Log de alterações do QGIS 3.20.

Como usar a Calculadora Raster do SAGA no QGIS - um tutorial rápido

A Calculadora Raster do SAGA é útil porque ela permite fazer alguns cálculos que a Calculadora Raster nativa do QGIS não faz. Especialmente, ela permite usar as coordenadas X e Y de um raster nos cálculos. Vamos lá?

Quando se faz um mosaico de dois rasters, o tamanho do raster resultante é quase sempre maior do que a soma dos tamanhos dos rasters originais. Por quê?

Resposta curta: seu software de SIG precisa preencher os espaços em branco no espaço em branco com pixels de valor NoData. Resposta longa: vou demonstrar o que acontece, por meio de um exemplo no QGIS 3.18, e mostrar porque o raster final tende a ser maior do que os outros dois somados.

Como georreferenciar imagens usando o QGIS 3

Hoje, vou mostrar aqui no blog como georreferenciar uma imagem usando o QGIS 3.18. Talvez você queira georreferenciar uma imagem de um artigo de revista, ou talvez seja uma fotografia aérea. Não importa! Se você conhece as coordenadas de pelo menos dois pontos não colineares, é possível adicionar geolocalização à sua imagem!

Como e quando usar as ferramentas “Warp (reproject)”, “Clip raster by extent” e “Clip raster by mask layer” do QGIS 3

Hoje, vamos discutir diferentes maneiras de cortar (recortar) um raster no QGIS 3.X e o que elas fazem. Em especial, estou comparando as ferramentas do QGIS provenientes do GDAL “Clip raster by mask layer” (Recortar raster por camada máscara), “Clip raster by extent” (Recortar raster pela extensão) e “Warp (reproject)”, para que servem, e o que exatamente fazem com os dados raster originais.

Tutorial simples para geração de mapa azimutal do Polo Sul no QGIS

Mapas azimutais são certamente mais comuns no hemisfério norte, mas também podem ser feitos no hemisfério sul. Eles podem ser úteis para localizar lugares na Antártida, América do Sul, África e Oceania e podem ser incluídos em publicações científicas e apresentações. Na semana passada, apresentei minha pesquisa na EGU General Assembly 2021 e parte do mapa de localização foi elaborado na projeção azimutal do Polo Sul. As etapas mostradas abaixo são os princípios básicos de como fazer um mapa azimutal para o Polo Sul.

Como abrir (muitos) layers raster no QGIS 3.18 de uma vez, por processamento em lotes, e como alterar suas simbologias em grupo

Hoje, vou escrever sobre abrir muitas camadas (layers) raster por meio de processamento em lotes (batch processing), e alteração de suas simbologias, também em lotes, no QGIS. Este tutorial foi elaborado com base no QGIS 3.18 Zürich e utiliza seu console Python para a parte de carregamento dos layers.

Guia para o cálculo da Distância Vertical para a Rede de Drenagem (Vertical Distance to Channel Network, VDCN), tutorial passo-a-passo usando apenas os softwares de SIG de código-livre QGIS e SAGA GIS

Hoje, o post é sobre como gerar o raster para a Distância Vertical para a Rede de Drenagem (Vertical Distance to Channel Network ou VDCN) usando QGIS Raster Calculator, e o SAGA cmd (Command Line Interface – CLI) ou o SAGA no QGIS, passo a passo. A VDCN é a distância vertical até a rede de drenagem interpolada ou até a rede fluvial ou rede de drenagem do local.

Resolvido: Erro de entradas “Error: Catchment Area” no SAGA GIS 7.9.0 e 2.3.2 (no QGIS) na execução do Fator LS (LS Factor) “saga_cmd ta_hydrology 22” e em outros algoritmos

Na semana passada, eu falei um pouco sobre como usar o SAGA na linha de comando do Prompt. Hoje, vou discutir soluções para o problema “Error: Catchment Area” no SAGA GIS. Ou “Error: seu raster de entrada”, ou “Input layers do not have the same grid extent”.

Como e por que usar o SAGA GIS em Linha de Comando (saga_cmd)?

O SAGA tem sua própria Interface Gráfica do Utilizador (Graphical User Interface - GUI). E tem também uma versão para uso em linha de comando. Alguém pode perguntar, por que uma pessoa escolheria deliberadamente usar uma versão de linha de comando em detrimento de uma interface gráfica? Rodar uma GUI usa memória, CPU, e às vezes GPU.